sábado, 8 de novembro de 2008

Give the wrong impression.




Algumas atitudes que tomamos dão às outras pessoas, uma visão completamente errada de nós. E quando essas acções são um efeito secundário de algo, aí sim os juízos errados começam-se realmente a formar. Pois as pessoas não compreendem e automaticamente tiram conclusões erradas. É de louvar, no entanto, a atitude de alguns, que não compreendendo, tentam compreender conversando. Tenho pena que alguns julguem e fiquem assim erradamente com aquela ideia.

Sei que não há desculpas para algumas atitudes, simplesmente a natural essência do erro associado a um remorso fatal. A única defesa é a lição que advém do próprio erro.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Tesourinhos! :)


Penso nas pessoas que fazem parte da minha vida... Penso também nas que já fizeram...

Algumas entraram de rompante, só para sair da mesma forma. Outras de mansinho deixaram-se ficar. Outras estão paulatinamente a sair. Outras reentram.

Raciocino o porquê...

Pessoas que foram tão importantes, não passam de desconhecidos agora. E, inversamente, pessoas estranhas são tão vitais neste momento, que não consigo imaginar-me sem elas, como na altura com as outras aconteceu.

A meu ver, a nossa vida pode ser equiparada a uma viagem, onde sozinhos, de mochila às costas, percorremos o nosso caminho. Durante essa jornada, descobrimos pequenos, mas valiosos tesouros, alguns desses guardamos na nossa mochila. Outros achamos que não valem a pena. Dado que não podemos trazer todos os tesouros connosco, pois existe uma carência de espaço, temos que ser, então, selectivos. Por isso, existem aqueles tesouros, que recolhemos, mas depois acabamos por os deixar para trás. Outros que reencontramos e guardamos novamente. E ainda aqueles que permanecem na nossa mochila por um período de tempo indeterminado. Para sempre?? Há tesouros que sim.

Soulmates.


É de conhecimento geral que a ambição da maioria é encontrar a sua meia laranja. Aquela pessoa que nos irá complementar. A pessoa certa, com a qual iremos viver apaixonados para sempre.

Contudo, no preciso instante em que reflicto sobre esse desejo, os mais diversos pensamentos assustadores invadem-me a mente!



A minha alma gémea pode passar na minha vida como um insignificante figurante e não como a relevante personagem principal;

A minha alma gémea pode estar envolvida sentimentalmente com alguém, no momento exacto, em que o destino nos decidiu juntar;

A minha alma gémea pode estar do outro lado do planeta e nós nunca nos chegarmos a encontrar;

A minha alma gémea pode estar mesmo diante de mim e quando eu me consciencializar, já é demasiado tarde;

A minha alma gémea pode já ter aparecido e eu ter deixado-a ir, ou as circunstâncias obrigam-me a fazê-lo;

A minha alma gémea pode já ter morrido, sem eu a ter conhecido;

A minha alma gémea pode ainda nem sequer ter nascido, e quando nascer ser tarde demais;

A minha alma gémea pode nunca aparecer durante toda a minha existência;

E, na pior das hipóteses, a minha alma gémea pode não existir.



Mesmo assim, apesar de todas estas condicionantes e outras que tais, eu procuro-a incessantemente, dia após dia... Aparentemente uma luta perdida, tão improvável de acontecer, que nem vale a pena começar a vivê-la. Todavia, eu ainda acredito e portanto irei continuar à sua procura.

Inutilmente? Talvez...

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Leafless tree.


Sinto uma mudança em mim. Estou bastante mais fria com todas pessoas que me rodeiam, pessoas essas que não merecem esta minha súbita frieza.
Tento agir de forma diferente, mas não consigo, parece existir algo que me impede...
O quê? Não sei...
Só sei que já não me reconheço!
Porquê? Não sei...

Sinto-me demasiado velha, demasiado adulta, demasiado pesada, presa num corpo jovem...
Sinto-me seca, como uma árvore sem frutos, sem folhas em pleno Verão.

Não gosto do que me tornei!

Sei que não posso ser criança para sempre.

Mas passei de uma criança sonhadora para uma velha sem sonhos.
Passei de sentir tudo pela primeira vez, para a completa ausência de sentimentos. Apenas um leve sentimento de tristeza e de nostalgia.

Devia existir uma fase intermédia, certo?? Sempre gostei de limites, no entanto o intermédio é necessário.


Os dias passam... Uns iguais aos outros... Passam devagar, tão devagar que magoa. Como um filme parado, que não tem fim e para o qual não tenho qualquer comando.

Estou vazia, apenas o alento de que uma nova mudança surja, um acontecimento inesperado (mas tão, tão esperado) , me faça sair desta monotonia exaustiva, que ultimamente tem sido a minha vida.

Deixada na mão...


A pouco e pouco,

estou a ser deixada para trás...

Devido a não existência de um ser,

para caminhar ao meu lado...


As prioridades de todos à minha volta,

estão a mudar...

Eu não mudo.

Estou parada no tempo,

não avanço...

Não consigo acompanhar!

Apercebo-me da solidão...

Os violinos aqui não tocam.

Apenas o silêncio,

o silêncio ensurdecedor...

O Sol brilha,

mas não me aquece!

Sinto-me gelada...

Quero sentir o calor!!



Espero, espero, espero...

Espero por algo para seguir em frente!!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Encontrei o Norte! ;)


I wasn't sure about anything...
Too frightened to do something... Too confused to act..

However not anymore!!

The reason is that now I know what I want!

I don't know what to do to reach it...
I just know that I want it!
The way to get it didn't cross my mind until now..
But knowing what it is, it's a major improvement..
Just for the fact I found myself again, I found my goals, I found a reason to fight...

I was a prisioner of the past!

However not anymore!!

I look ahead and what I see??
A big steep mountain, but behind it it's the sun!! :DD

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Nada de nada


Escrevo sobre nada, mas até o nada é qualquer coisa...

Apetece-me escrever, mas falta o tema, falta a inspiração. Vontade tenho-a, mas sem assunto, ela não leva a lado algum.

Gosto do nada, do vazio, do oco, mas não gosto de escrever sobre isso...

Mas neste momento o nada enche-me a mente e não há nada que eu possa fazer...

Nada...

Nada...

Nada...

Nada peixinho pequenino no mar vazio dos teus ocos e vãos pensamentos.