sábado, 8 de março de 2008

A picture...



We didn't even take a picture together, of the moments that we passed. Everything is now just memories fading away with time, it'll all be blurred in some time. And I'm already starting to question if it was even real. That's the reason I wished we had a picture to remind me of what we were...

However there isn't such picture, and it isn't going to exist one... Our bonds broke and stayed in the past... We can't have forever...

Maybe the moment I die, I'll watch the film of my life pass me by and in that moment, I'll see you again, my little one! And I'll feel it all over again... And then I'll remember...

sexta-feira, 7 de março de 2008

Carpe Diem??

Eu sei que todos erramos de uma forma ou de outra. No entanto, alguns erros podem ser evitados se nos tivéssemos precavido de alguma forma. Mas isso não acontece, dado que continuamos sucessivamente a metermo-nos na toca do lobo, sempre à espera de sair de lá vivos. Obviamente, que isso raramente acontece, se é que isso alguma vez acontece. Alguns podem ser obrigados a entrar na toca do lobo, mas outros dirigem-se para lá livremente e ficam surpreendidos quando o lobo ataca ou quando não saem de lá vivos. Aqui não entra o argumento da inocência, mas sim de pura falta de inteligência. Assim, escusamo-nos de desculpar que éramos muito inocentes, que fomos obrigados a agir de determinada forma, paremos com os argumentos palermas, quando a verdade é que erramos simplesmente porque fomos demasiado estúpidos. Quer seja por confiarmos cegamente na boa vontade de certas pessoas, por não paramos para pensar um bocadinho que seja, esse bocadinho faz muitas vezes toda a diferença, quer por simplesmente não nos precavermos, ou também há o caso de nos divertirmos sem pensarmos nas consequências, talvez por causa da célebre frase: “Mais vale o arrependimento de um erro, do que a angústia de nunca ter tentado.” Ou mesmo do famoso "Carpe Diem", todas as tretas muito moralistas que nos dizem que o presente é o único momento que conta.

Na minha sincera opinião, penso que, por vezes, mais vale nunca termos tentado, nunca termos feito certos erros, pois alguns não valem sequer a pena o nosso esforço. É melhor evitarmos esses certos erros, certas situações, talvez antevendo-os. Pois, alguns erros custam demasiado viver com eles, são pesos mortos que acrescentamos a nossa consciência e nos impedem de viver, pois vivemos com a memória presente deles, martirizando-nos. Portanto, ajuda pensarmos um bocadinho no futuro, nas consequências dos nossos actos e assim não condenando a nossa vivência no presente impossível com a perseguição constante do nosso momento menos bom. Neste mundo, mais vale sermos mais comedidos, totalmente desconfiados, sempre alerta... Pois, se nos pautarmos por isso, ganhamos muito mais. Não quero com isto dizer para sermos humanos perfeitos, isso é, como todos sabemos, uma tarefa impossível, para nós seres imperfeitos. Mas sim, para racionalizarmos mais, para reflectirmos mais e assim até os nossos erros vão ter coisas pensadas, ponderadas. E só assim vamos viver em paz connosco próprios sem o arrependimento do erro, mas sim o orgulho.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Women = Apples ??

"Women are like apples on trees. The best ones are at the top of the tree. The men don't want to reach for the good ones because they are afraid of falling and getting hurt. Instead, they just get the rotten apples from the ground that aren't as good, but easy.
So, the apples at the top think something is wrong with them, when in reality, they're amazing. They just have to wait for the right man to come along, the one who's brave enough to climb all the way to the top of the tree."


Anonymous


I found this text today... Unfortunately, I agree with it...

Well, I guess I'm still waiting for the one who has the courage to climb the tree!



Maybe someday... :)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

“O que é que te faz feliz??”

Um amigo perguntou-me recentemente. Na altura, fiquei completamente surpreendida com a pergunta, chocada até, logo pensei que não tinha percebido bem e pedi-lhe para repetir... Ele perguntou novamente e eu não sabia o que responder, acabei por replicar que os meus amigos e a minha família me faziam feliz. Mas ele não desistiu e voltou-me a perguntar o que é que eu realmente queria, aquilo que me dava prazer fazer, o que me põe um sorriso mesmo nos piores momentos, qual era a minha paixão retraída,... Eu repeti as perguntas dele mentalmente, continuando sem responder... Nunca tinha pensado nisso dessa maneira. É diferente perguntarem-me o que quero fazer no futuro, aquilo que quero ser, em que área quero trabalhar... Mas o gostar não implica directamente que isso me faça verdadeiramente feliz... Nunca ninguém me tinha perguntado uma coisa tão simples,duma forma tão directa... O que será que me faz feliz?? Era suposto eu saber, responder facilmente e rapidamente... Pois bem, não soube responder... E mesmo agora não sei, não consigo pensar numa resposta adequada e sobretudo verdadeira para dar...

Só de pensar que passamos tanto tempo, demasiado tempo, da nossa vida, a queixar-nos, a lamuriarmo-nos, a sermos miseráveis, e a perguntamo-nos o porquê de vivermos assim... No entanto, quando chega alguém que pergunta o que tu te faz feliz então, não conseguimos responder, simplesmente porque não sabemos. Contentamo-nos com o pouco que temos, pois nao conhecemos o que realmente desejamos.

Enfim, o meu amigo revelou-me como descobriu o que realmente quer e ele vai lutar por isso! E digo-vos que ele podia ser o suposto grande, mas opta por ser o suposto pequeno e desse modo ser o maior de todos! :)

Agora resta saber o que me faz feliz! Estou na conquista do auto-conhecimento... Até agora penso que aquilo que mais se aproxima dos requisitos é o meu antigo sonho de criança... Mas, vou continuar a procurar! ;)

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Livre-arbitrio onde estás???

Ao contrario de anteriormente, eu já não me importo com o que as pessoas pensam de mim... Sei que vivo em sociedade. Mas as pessoas tem que me aceitar como sou, com as minhas qualidades e os meus defeitos. Posso tentar melhorar os meus defeitos, mas é pedir demasiado quando pedem para mudar a minha natureza, a essência de que todos os que são humanos são feitos. É errado ser eu própria??? É crime querer viver, experimentar e seguir o meu próprio caminho e não o pré-determinado pela sociedade?? Para mim é hipócrita agir de uma determinada forma, apenas porque é suposto, porque toda a gente o faz, porque é senso comum, aceitado por toda a gente e é definido como bom e certo. Claro que não posso defender todas as minhas acções, apenas dizendo que esta é a minha natureza. Isso não deve ser utilizado como uma desculpa. Temos que nos adaptar a sociedade, dado que o ser humano é um ser social e não uma ilha. Temos que seguir as regras de boa conduta, respeitarmos o outro e a sua liberdade. Mas e a nossa liberdade, não está esta condicionada pela distinção do certo e errado estabelecido pela nossa querida cínica sociedade?? Hoje em dia não existe acções ou atitudes altruístas, é ingénuo pensar o contrario. A maior parte das pessoas (salvo aquelas escassas excepções a regra) age duma determinada maneira, pois deste modo ficam bem vistas e são aceitas socialmente. É muito difícil pensar por nós próprios, ter uma acção espontânea, temos que ter medo do que os outros podem pensar. Na minha modesta opinião prefiro ficar a margem da sociedade do que agir dum certo modo porque é assim que tem que ser. Devemos ser capazes de escolher! O que aconteceu ao tão estimado livre-arbítrio??? É irónico, mas este perdeu a batalha contra o cinismo e a hipocrisia deste mundinho superficial...

De que serve tomarmos o bom caminho, se só o fazemos porque alguém nos disse que tinha que ser assim?? Não sabemos realmente porque o tomamos, mas apenas que não podemos tomar o outro! Claro que temos que ter em conta as opiniões dos outros, as críticas que nos fazem, na maioria das vezes têm razão de ser, por isso não faz mal nenhum reflectirmos sobre elas. Mas isso deixa de ser construtivo, a partir do momento em que as opiniões dos outros interferem com as nossas acções, com o nosso modo de encarar a vida e condicionam as nossas atitudes e escolhas, a partir do momento em que vivemos a nossa vida através dos outros e em que não seguimos o nosso caminho. Faz parte da nossa vivência escolhermos a nossa caminhada, seja essa certa ou errada, mas fazemos-la porque escolhemos e ponderamos. Fizemos uma escolha e admitimos, quaisquer que sejam as consequências. Agora quando a nossa própria liberdade está limitada pelo mundo... No meu entender, não vale a pena! Qual é a utilidade de tomarmos o caminho certo (ou não, apenas aquele que é aceitado como certo! ), se não podemos nos vangloriar disso, porque não foi a nossa escolha. E se porventura hipocritamente nos vangloriamos disso, onde é que está o mérito??

Eu errei, eu já segui o caminho errado e estou a tentar seguir outro caminho, que pode ser ou não o caminho mais acertado. Mas eu arrisquei, escolhi e agora vou encarar as consequências, boas ou más da minha escolha. Quer sejam boas ou más, foram as minhas escolhas. E só assim posso ter orgulho na minha vida, no caminho que sigo. Pois este não foi condicionado por ninguém, foi pensado por mim, talvez não da melhor forma, mas temos que aprender. A vida é feita de erros! Por vezes estes até podem parecer erros num determinado momento ou a curto prazo, mas depois demonstram ter sido uma boa escolha a longo prazo. Eu, pessoalmente, não acredito no acaso... As coisas para mim tem um sentido para acontecerem duma determinada forma, que posso não compreender naquele momento, mas depois compreendo... Encontrei sempre utilidade em cada erro que fiz, nem que seja para estar mais atenta! E essa é a nossa missão, vivermos, escolhermos, errarmos, compreendermos porque erramos, fazer a escolha certa, errarmos novamente... A vida é um espaço para uma aprendizagem infinita. Se não qual seria a piada??? Tomarmos sempre as atitudes certas, sabermos tudo sobre o mundo... Seria monotomo, seria desinteressante, seria uma tarefa agonizante viver duma forma perfeita. E o aconteceria ao sofrimento? À tristeza? Sei que não gostamos muito destes sentimentos, mas estes são necessários, quer gostemos ou não, estes fazem parte da nossa vida. E se assim não fosse, como reconheceríamos o bem, os sentimentos ‘bons’... O sofrimento ajuda-nos a explorar os nossos sentimentos ao máximo, a aprecia-los... São eles que dão vida à alegria, pois se não existissem aqueles sentimentos, que apelidamos carinhosamente de sentimentos maus, a alegria não existiria igualmente. Nós só sabemos o que é a alegria, porque a comparamos com o estado de tristeza.

Agora os pseudo-humanos-perfeitos que criticam os outros por eles arriscarem, por eles darem a cara por aquilo que fazem e encararem as consequências de cabeça erguida, construirem o seu caminho... Qual é a necessidade de criticarem??? Qual é a necessidade de quererem ficar por cima das pessoas que cometem erros?? São assim tão inseguros, que não podem assumir os seus erros?? Porque é que essas pessoas não fazem uma auto reflexão deles próprios?? Talvez aí não critiquem e talvez admirem as pessoas corajosas que neste mundo ainda tem bravura suficiente para errar!

Revoltada.

domingo, 27 de janeiro de 2008

Baby steps...


Walking away... Slowly getting over you....

sábado, 19 de janeiro de 2008

Everything has an End.

I know everything reaches an end… But this end has to be this painful?? I just wanted things to be some way different… I know we’re not meant to be. But we were friends, at least I didn’t want to lose your friendship. Now I lost a love and a friend… It shouldn’t be this way!

The memory of what we could have been, what we could have done still aches every day. I know that we were not right from each other… I didn’t understand you and you didn’t understand me either… I really wanted to understand you, I wanted to be the one who ‘broke’ you…Well, I kept on failing during our relation… But now I think I do understand you! I never doubt your feelings, but now I know that you never felt the same I did. Because you knew that it wasn’t going to work out… You saw the end of our relation long before I did! I can honestly say that you saw it already in the beginning… You said the truth when you said you were immune.

You will certainly blame the distance for our end, like I did for all this time… It wasn’t the distance though, it wasn’t me or you,… The thing is that we never had a real start, so couldn’t have a real end… I really tried to save us, but that only turned to be a worthless effort…

Anyway the balance I do, it’s a positive one… I reached my goal, after all this time I finally understand you!! I fell in love for the first real time in my life. I had amazing moments, good laughs, intelligent arguments,…

The worst thing is realizing that I never had you… That is definitely what hurts the most…